Homestay : Nesse post conto como foi viver em homestay.

    Quando desembarquei em Auckland liguei para a minha futura Homestay. Fui atendida pela dona da casa e fiquei muito satisfeita em conseguir conversar sem problemas. Eu tinha ouvido muita gente falar da dificuldade que era entender o inglês dos Kiwis, como são chamados os neozelandeses, por causa do sotaque britânico. Peguei um táxi e bastante trânsito, o que fez a corrida ser uma facada. Acho que sou a única pessoa no mundo que pegou trânsito naquele lugar. O taxista era Maori, povo nativo da Nova Zelândia, e super educado. 
Chegando na homestay fui recepcionada com toda educação do mundo por Tereza, a dona da casa. Ela tinha um cão, Toffy, o Golden Retriever mais lindo e travesso do universo. A casa era incrível, limpa, organizada e com vista para a Sky Tower.
Ela me mostrou a casa, disse que eu podia ficar a vontade e pegar o que quisesse na geladeira. Tereza me mostrou o caminho até o curso de inglês. Fomos a pé por um caminho bem agradável. Lá, Tereza me apresentou para alguns funcionários, mas logo fomos embora.

Depois saí sozinha para explorar o bairro e comprar algumas coisas. Fiquei absolutamente apaixonada por Parnell. O bairro é muito bonito e bem estruturado. Com ruas limpas, parques, bibliotecas, shoppings, cafés e museus. Você podia facilmente chegar a tudo isso andando ou de bike.
Quando voltei pra casa tinha um bilhete na minha cômoda. Nele, Tereza me dava as boas vindas e listava algumas regras que deveriam ser seguidas:
  • ·         Banho só poderia ser tomado até às 21h
  • ·         Após as 22h a casa deveria ficar em silêncio.
  • ·         Caso não fosse jantar em casa eu deveria mandar um sms avisando.
  • ·         Eu deveria usar a tv do quarto.

E outras tantas regras que eu não lembro. Depois disso tomei banho e fui dormir. Fiquei surpresa com o silêncio que era aquele bairro. Quando passou a euforia da chegada apaguei rapidinho. Só acordei hoooooras depois, morta de fome.
Fiquei apenas um mês na Homestay. Eu queria mais liberdade, não me sentia totalmente à vontade na casa. Essa história de lei do silêncio, hora limite pra banho e não ter liberdade de assistir a tv da sala me deixou meio travada. Sempre fui tratada com muita educação, mas sabe como é, né? Eles são muito discretos.
Aconselho a todos que fiquem em homestay no primeiro mês. Especialmente se você for muito jovem. É bom ter alguém para te orientar no início, te deixa mais seguro. Após o primeiro mês de experiência você pode procurar outro lugar para ficar, caso não se adapte.  
Quando venceu o período da Homestay aluguei um quarto em um lugar que era uma espécie de residência estudantil. Mas só vou falar sobre isso em outro post.

Gostou do post e não quer perder os próximos? Siga nossa página no Facebook.
Obrigada pela visita e até o próximo post.
Beijos!
Please follow and like us:

4 Replies to “Homestay : Nesse post conto como foi viver em homestay.”

  1. Esse lugar parece incrivel, já fiz um trabalho na escola sobre, ai durante as pesquisar vi que era bem interresante, mas agora com seu post, me deu vontade de conhece-lo, as pessoas parecem serem educadas, e eu amo lugares em silencio, só pra pra poder ir pra NZ terei que melhorar meu inglês basico =c
    adorei o post =)

  2. Obrigada pelo comentário Henrique.
    Vá mesmo! É um país incrível, onde os nativos te recebem super bem. Mete a cara no inglês e vai fundo. Você não vai se arrepender.

  3. Amei as fotos do lugar! Sempre que viajo fico em residência estudantil mas já fiquei uma semana em casa de família ( que no caso era uma senhorinha hehe) , a experiência é boa mas não tem todo a liberdade de estar com estudantes :p

  4. Cássia, nada se compara a experiência de morar com outros estudantes, né? Eu acho legal ficar em homestay no início, mas depois de um tempo cansa. Especialmente se você já passou dos 20 e poucos anos.

Deixe uma resposta